Não sou mais a santa. Não sou mais a queridinha. Não quero mais ficar quieta. Só quero fazer o que quero, quando, onde, como e porque eu quero. E é exatamente isso que estou fazendo. Quem disse que eu ligo pra minha "originalidade" de fã? Ou quem disse que qualquer coisa que pensam está mudando o que eu quero? Não esta. Realmente cansei de aturar as pessoas pisarem em mim. Não vou pisar de volta. Não gosto de vingança. Mas, acabou.
- Respire, não é o fim do mundo - falei à mim mesma - é só... falar - lembrei-me. A passos demorados e muito calmos fui até a porta da dita cuja locadora. Entrei, sorri para todos e dirigi-me às prateleiras longas de filmes. Pude sentir sua presença atrás de mim, então, virei-me lentamente, mais nervosa do que o normal. - Posso ajudar? - seu sorriso irradiava uma felicidade extrema. - Po..por a..acaso tu te..tens a..alguma su..gestão? - gaguejei insegura. Típico de minha pessoa, quando não conheço sou extremamente envergonha. - Tem estes que chegaram agora - ele pegou os filmes encima do balcão. Depois de vários filmes avaliados e tentando esconder minha tremedeira perto dele, escolhi dois filmes. Ele sempre foi simpático, sorria-me com entusiasmo, olhava-me analisando. Houve amigas minhas que disseram que ele ''me cuidava'' ou ''me secava''. Sempre dei risada, porque o acho mui...

Querida Luiza Nunes,
ResponderExcluirpare de ler meus pensamentos.
mas, não dá, é inevitável.
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