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Prazer, meu nome é Luiza Rosa.

  Apesar da sensação de alguém me observando, apesar do limite que tentam dar pros meus pensamentos, eu continuo fazendo o que preciso. Meu precisar as vezes é inconveniente, porque as vezes eu não preciso, mas quero, e esse meu querer torna-se precisar. Escutando música, desenhando, cantando, dançando... é assim que eu vou vendo esse meu lado que eu tanto gosto mas não mostro. Chegando a minha época favorita do ano, aonde tudo é tão lindo, tão claro, tão brilhante e mágico, eu sinto que o melhor de mim floresce. Sabe, parando pra analisar, nem tudo foi flores, mas todas as longas caminhadas renderam belas vistas. Sinto que amadureci, mas não só no sentido responsável, adulto, sério da palavra. Amadureci. Desabrochei pra vida. Sinto agora que as coisas serão diferente porque eu estou diferente, mas que eu tenho o controle. Sentirei tanta saudade das risadas, das palhaçadas, das amigas e das fotos. Apesar de não doer, pelo menos por enquanto, a nossa despedida, eu sinto que eu só melhorei. Sinto-me uma flor. Sinto-me uma rosa. 

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